Vamos provar mais esta moscatel para comparar com outras degustadas no passado.
Cor palha meio acizentada. As bolhas duraram pouco, apesar de ser Lote 08. Aromas de intensidade média. Para mim, moscatéis lembram gengibre em geral. Aqui, em Curitiba, há uma fábrica de refrigerantes que faz a gengibirra e as semelhanças são grandes.
Além de gengibirra, lembrou maçã. Vale a pena sentir o cheiro de um sachet de chá de capim cidreira, parece que a Santon Moscatel foi feita do chá.
A falta de borbulhas é sentida no paladar também. É bem doce e falta acidez para compor. É necessário servir BEM GELADA para a doçura e a falta de acidez serem compensadas pela temperatura. Esta moscatel não sobreviveu à análise técnica, mas não é de todo ruim. 7,5% de álcool. VV!74. R$15,40.
A primeira moscatel que tomei foi a Terranova. Àquela época, empolgou pela intensidade dos aromas. Com o tempo, passei a achá-la meio enjoativa, um perfumão. A Salton é um pouco melhor. Entre as nacionais que provei, fico com a Aurora Moscatel por ser mais delicada.
Mostrando postagens com marcador Uva Moscatel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Uva Moscatel. Mostrar todas as postagens
sábado, dezembro 20, 2008
quinta-feira, novembro 27, 2008
Travessia Moscatel Semillón 2007
Este vinho chamou a atenção na prateleira do supermercado pela composição que a Concha y Toro testou no Chile: Semillón e Moscatel.
A cor é amarelo com tom bem verdeal. O aroma tem boa intensidade, característica da moscatel. Realmente, fez referência a experiências anteriores com a uva. Tem um químico que de vez em quando aparece, acabou lembrando (desculpem-me mas foi o que veio à tona mesmo) detergente de maçã. É fresco e apresentou algum floral que a Queisse definiu como lírio.
A boca é bem ácida no início, o que agrada. Tem um peso no meio de boca, na língua. Aqui a doçura da moscatel foi diluida pela Semillon e mesmo assim mela o palato. O fim de boca não é dos mais elegantes, para mim fica algo que me incomoda, contudo não chega a ser amargor.
Um vinho simples e diferente, que alguns irão gostar e outros não. Não chega a ser um vinho de sobremesa, todavia pode matar uma refeição delicada por causa de seu corpo. Concluí que o melhor é prová-lo sozinho ou acompanhando um patê, pois tem gordura para enfrentar o "peso" do corte. 12,5% de álcool. R$22,98 no Condor Boa Vista. VV!80.
A cor é amarelo com tom bem verdeal. O aroma tem boa intensidade, característica da moscatel. Realmente, fez referência a experiências anteriores com a uva. Tem um químico que de vez em quando aparece, acabou lembrando (desculpem-me mas foi o que veio à tona mesmo) detergente de maçã. É fresco e apresentou algum floral que a Queisse definiu como lírio.
A boca é bem ácida no início, o que agrada. Tem um peso no meio de boca, na língua. Aqui a doçura da moscatel foi diluida pela Semillon e mesmo assim mela o palato. O fim de boca não é dos mais elegantes, para mim fica algo que me incomoda, contudo não chega a ser amargor.
Um vinho simples e diferente, que alguns irão gostar e outros não. Não chega a ser um vinho de sobremesa, todavia pode matar uma refeição delicada por causa de seu corpo. Concluí que o melhor é prová-lo sozinho ou acompanhando um patê, pois tem gordura para enfrentar o "peso" do corte. 12,5% de álcool. R$22,98 no Condor Boa Vista. VV!80.
Marcadores:
- VV 80 a 84,
$ Até R$25.00,
N Chile,
Uva Moscatel,
Uva Semillón,
Vinho Branco
Assinar:
Postagens (Atom)

